25 de jan de 2011

Tranças e mais tranças!



Girl Braiding Her Hair, de Albert Samuel Ankerm, pintor suíço.

Olá, boa noite! 
Já falei aqui sobre o quanto gosto de trança nos cabelos. Este penteado é o meu preferido porque, além de ser uma belezura, é atual e elegante. Selecionei mais fotos com vários modelos de tranças para vocês se inspirarem! Beijos, beijos!















 





















































24 de jan de 2011

Cupcakes da Stefania!


 


Bom dia, pessoal!
Ontem fiz alguns cupcakes para a comemoração do aniversário da minha cunhada, Stefânia. Ela escolheu o cupcake de chocolate com recheio de chantilly e cobertura de cremosa de chocolate. Boa pedida! Os enfeites foram joaninhas de biscuit comestível. Ficaram fofos, não acham? Beijos e até mais!













20 de jan de 2011

Dicas de Games: Scarygirl, Garota Assustada.



Boa noite! 

Adoro games, principalmente os lúdicos. Hoje vou falar sobre um jogo online perfeito para quem gosta de toy art, desenhos animados como Samurai Jack, Laboratório de Dexter e de animações com estilos sombrios, como as de Tim Burton. Eu gosto muito! 

Scargirl (garota assustada) é uma visão cheia de cores psicodélicas, composições de sonho e histórias sinceras, que lembram fábulas e folclore. Criado pelo australiano Nathan Jurevicius, o game é totalmente gratuito para se jogar online e ainda pode ser salvo para depois voltar e continuar. Uma das características que mais gostei é que o jogador se sente em uma história em quadrinhos ou em um desenho animado. 

Um resuminho da história para vocês: Criaturas estranhas e ao mesmo tempo encantadoras, fazem parte do game. A personagem principal que dá nome ao jogo, Scargirl, sai à procura de um homem misterioso, que sempre aparece em seus sonhos. Durante sua aventura, ela terá a ajuda de criaturas fofas, como o polvo gigante, Blister e o coelho Bunniguru. 







O site do jogo vocês podem ver aqui.

Para jogar clique aqui.

Abaixo, o trailer:

16 de jan de 2011

Garimpo de roupas, móveis, LPs e câmeras fotográficas analógicas enfatizam o saudosismo do passado




Direto do guarda-roupa da vovó

Enquanto as releituras e apropriações do antigo estão em voga, para especialistas é imprescindível o cuidado em diferenciar o que, de fato, veio do passado daquilo que aparece como uma reprodução ou uma homenagem a outras décadas a partir de tecidos, materiais e tecnologias do presente. "O retrô é quando a peça é produzida no presente a partir da uma referência do passado. Já o vintage é construído no passado e guardado através do tempo", pontua Angélica Adverse.

Tanto saudosismo pelo que já passou aparece como resgate do decadentismo, na visão do professor de filosofia, Guaracy Araújo. "Em todas as geração depois do final do século XIX, você acha pessoas falando que estão vivendo num período de decadência. É uma tendência de desvalorização do presente e nostalgia do passado", afirma.

Referindo-se aos escritos do filósofo Friedrich Nietzsche, Guaracy enfatiza o risco de uma saturação de períodos históricos nos dias de hoje. "Os anos 20, por exemplo, estão sempre sendo realimentados. Nietzsche destaca o poder de esquecimento por causa disso, para que o contemporâneo não se torne uma repetição", expõe.


vintage x retrô - 1920


Vintage como estilo de vida

O vintage ultrapassa a mera vestimenta e aparece também em estilo de vida como o uso de máquinas fotográficas analógicas, LPs e móveis de época na decoração da casa ou escritório. O designer Juliano Augusto adotou as máquinas lomográficas, conhecidas por “lomo”, como hobby e ferramenta de trabalho. “Encontrei na lomo o defeito, o inesperado”, revela. “Com a lomo, você volta atrás no tempo. Quando você sai com filme, você tem 36 posições que podem ser que saiam. Por ter menor quantidade, você tenta pegar a essência de uma coisa”, analisa.

Texto: Mariana Lage
Fonte: Jornal Pampulha

Ditadura Militar no Brasil: "Construção" de Chico Buarque




Bom dia! 
Já falei aqui, sobre minha admiração pelo compositor, poeta, intérprete e escritor, Chico Buarque de Hollanda. Suas músicas são obras cheias de requinte, com melodia, harmonia e poesia, brilhantes! Encontrei um excelente texto de Paulo Cavalcanti, que fala, especificamente, da música "Construção", composta por Chico em 1971, em plena ditadura militar. Escutar a música acompanhando a letra, torna-se muito mais interessante, depois que entendemos seu significado e sua representação neste período obscuro da história do Brasil, o Regime Militar. Façam isso, é muito legal. 
E o Chico... (suspiros, muitos suspiros) 


Construção
Por Paulo Cavalcanti

O Brasil do começo dos anos 70 era uma terra de paradoxos. O governo do General Emilio Garrastazu Médici tinha em seu bojo o chamado "Milagre Brasileiro", que prometia crescimento econômico recorde e baixa inflação. 

O país era campeão mundial de futebol e o slogan "Ame-o ou Deixe-o" era colado nos vidros dos carros. O que poderia estar errado? O preço para essa suposta estabilidade e ufanismo era alto. A censura tolhia a liberdade artística e a atmosfera repressora levava cidadãos insuspeitos para a cadeia. 

Depois de um breve período exilado na Itália, Chico Buarque retornou ao Brasil mostrando que não compactuava com a situação. Estava pronto para o confronto e explicitou isso em 1971, no LP Construção. E foi a música que deu título ao disco que mexeu com a cabeça das pessoas. "Construção", quarta faixa do lado A do vinil original, é um épico, com duração de seis minutos e meio. Trata-se de uma crônica sobre a vida e a morte de um trabalhador. Um dos setores que mais se expandiam com o propalado crescimento econômico era o da construção civil. Operários eram peças de reposição, ganhando pouco e estendendo sua jornada de trabalho com infindáveis horas extras para garantir a compra dos bens materiais que eram anunciados na TV. Acidentes de trabalho eram acontecimentos corriqueiros. Ao colocar isso em canção, Chico criticou indiretamente o sistema, afinal a situação do operariado era consequência das ações do governo. 

O personagem anônimo de "Construção" sai de casa, beija a mulher e os filhos e vai para o trabalho. Lá, se anima e ergue uma parede "como se fosse máquina". Faz uma pausa, come qualquer coisa e bebe uma cachaça. Cai do andaime e se estatela no meio da rua, "como um pacote, atrapalhando o tráfego". Chico situa tudo em formato não discursivo, até mesmo impessoal. As estrofes são repetidas três vezes, com algumas palavras-chave sendo trocadas de posição. Mas são essas mudanças que tornam ambígua a compreensão da música. 

Na primeira vez, o cantor apresenta a história de uma forma lógica, quase jornalística. Na segunda repetição, a mesma história é contada, mas agora é levado em conta o estado psicológico do protagonista, que já estava se transformando num autômato. Na parte final, que não aparece na íntegra, o peão anônimo já se encontra demente e alucinado, não é dono de suas ações. O trabalhador teria morrido como consequência da falta de condições de trabalho ou teria se suicidado, desesperado diante de suas escassas perspectivas de vida? 

"Construção" não seria tão arrebatadora sem o arranjo sinfônico e imponente concebido por Rogério Duprat. O maestro usou a orquestra como um componente sinistro, complementando a cadência do samba de Chico. Os instrumentos aparecem a princípio emulando os caóticos ruídos da metrópole, suas buzinas e prédios em construção. No final, quando "Construção" se funde ao refrão de "Deus Lhe Pague", a canção mais parece uma ópera demente no estilo de Gilbert & Sullivan. 

"Construção" passou incólume pela censura, mas a partir daí Chico ficou visado. Dois anos depois, o compositor declarou que "Construção" não tinha nada a ver com o operariado, que a letra não refletia uma experiência formal, e sim emocional. "Construção" ainda é referência para entender um período espinhoso da sociedade brasileira. Essa é a marca de um verdadeiro artista.
Fonte: www.rollingstone.com.br



Acompanhe e letra: 

Construção (Chico Buarque)

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado


12 de jan de 2011

Coruja, eu?!




Olá, queridos! 
Hoje, vou postar com muito carinho, dois videozinhos do meu sobrinho Dean, que mora nos Estados Unidos. Ele e a mamãe, Lud, passaram 30 dias conosco, aqui no Brasil. Foram momentos ótimos e de muitas alegrias! No primeiro vídeo, Dean está abrindo o presente que eu e o padrinho dele, enviamos de Natal... incrível o quanto ele está entendo português e falando muitas palavrinhas! No segundo, bom... o vídeo mostra bem! Quanta fofura! 

Claro que eu tinha que compartilhar com vocês, mais um momento meu de tia coruja! Quantas saudades! 

Beijos a todos e até breve!








9 de jan de 2011

Cachorros fofos!




Oi, pessoal! 
Amo cães!Sempre tive paixão por estes mamíferos fofos e amigos! Os últimos 30 dias, minha cunhada viajou e cuidei dos três cachorros dela durante este período. São dois poodles, Brutus e Lua e o outro, o Beethoven, é uma mistura de labrador com shih-tzu, uma fofura, só! Foi fácil dar amor e carinho a eles, porque são muito carinhosos e engraçados. Estes dias que fiquei com os dogs, relembrei o quanto é bom receber o amor destas criaturinhas...eles são muito fiéis! Enquanto Stefania estava fora, fiz alguns vídeozinhos e algumas fotos para ela matar as saudades de suas crianças. Vou compartilhar com vocês para conhecerem estas fofurices, que me fizeram companhia neste último mês. São tão queridos! 
Beijos!

"Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a Humanidade." 
(Leonardo Da Vinci)


"Ninguém pode se queixar da falta de um amigo, podendo ter um cão." 
(Marquês de Maricá)



Lua e Beethoven desejando feliz Natal para a Stef!



Brutus, também!




















5 de jan de 2011

Faça você mesmo: flores de papel



Bom dia! 
Hoje estou feliz e motivada, pois ontem fui ao endocrinologista e já eliminei 4,2 kg. Estou seguindo com tranqüilidade a dieta que o médico me recomendou. Em março, retorno ao consultório. Será que já vou ter conseguido chegar à minha meta? Vou me esforçar!

Mudando de assunto...
Achei fofas estas flores feitas em papel. Parecem ser bem fáceis de fazer e são tão delicadas! Vejam o passo a passo aqui.

Beijos, beijos!